Nº de Noites:
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Pousadas Próximas:
- Bragança 109Km
- Guimarães 117Km
- Marão 55Km
- Mesão Frio 55Km
Locais de Interesse:
Alijó:
- Pelourinho
- Igreja Paroquial
- Anta da Fonte Coberta
Outros locais de interesse:
- "Quintas"
- Fábrica Artesanal de Pão
- Estação Ferroviária de Pinhão
- Santuário de N. Sra. da Piedade
Festividades:
- Sanfins do Douro
- Favaios
- Festas de Alijó
História de Alijó:
A vila de Alijó, situada a cerca de 45 quilómetros da capital do Distrito - Vila Real - localiza-se numa vasta área de cultura castreja. Sofreu, como tantas outras localidades do actual concelho, as vicissitudes resultantes da romanização e da ocupação mourisca.
Implantada num eixo que terá servido de fronteira em permanentes mutações, dividia cristãos e árabes, tendo sido destruída e posteriormente abandonada. Só a partir do primeiro quartel do século XII, graças aos sucessivos forais outorgados por D. Sancho II, (1226), D. Afonso III (1269) e, mais tarde, por D. Manuel I, já no século XVI (em Julho de 1514), recomeçou o seu povoamento.
O seu clima e solos extraordinariamente ricos, particularmente para a produção de vinho generoso, acreditado "embaixador português" em todo o Mundo, serviu de motivação para os que demandaram este concelho.
No entanto, só a partir dos séculos XII e XIII é que se assistiu a uma ocupação ordenada, de vários representantes da nobreza e da alta burguesia. Foi o caso do marquês de Távora, primeiro donatário de Alijó e seus termos, bens incorporados na Coroa após a execução dos Távoras.
Pelo Concelho de Alijó, existem várias manifestações da sua história, desde castros a pinturas rupestres e a vestígios de estradas romanas. A própria hagio-toponímia evidencia que do século VII ao século XIII se manteve na área do concelho uma população laboriosa, a qual conseguiu sobreviver às investidas quer dos mouros quer dos cristãos das Astúrias.
Alijó, cuja etimologia teria origem na existência da história Legio Spetima Gemina, outras teses nos indicam que o topónimo advém da palavra Ligioo, mais tarde Lijó, que pretenderia significar a natureza pedregosa do local naquela época, tem a sua monumentalidade representada pelo pelourinho, algumas casas solarengas e a igreja com o seu conjunto de alfaias, objectos de culto e várias imagens de relativo valor.
O conjunto de arquitectura religiosa nesta vila completa-se com as capelas do Senhor do Andor ou dos Passos; a capela de Nossa Senhora dos Prazeres, no monte da Cunha, a de Santo António, no monte do Vilarelho.
A arquitectura civil, com excepção do pelourinho, está praticamente circunscrita à existência do edifício da Câmara Municipal. O brasão que coroa este edifício encontra-se picado, feito levado a cabo pelos soldados franceses na Guerra Peninsular e no qual, em vez das armas do concelho, mandaram pintar as águias napoleónicas, então ainda triunfantes.